09/01/2012
Um novo ano que se inicia

A virada de um ano sempre traz o impulso por mudanças e empreendimentos novos que ansiamos há tempos. É hora em que olhamos com mais afinco para o plano da dieta, a academia, o curso de formação que tanto ansiamos e para a conta bancária para otimizar as possibilidades.

Encontramos uma conta de chegada, olhamos para frente e falamos para nós mesmos: Vamos em frente! Tô com tudo! Agora vai!

Seguimos em direção aos propósitos, mas, talvez, em metade, tropeçamos.

É aí que começamos a desanimar, barganhar, protelar, abrir consessões.

Mas, seguimos adiante como Dom Quixotes que brigam com moinhos de vento imaginários.

Os resultados são os mais variados: alcançamos êxitos e erros e, para os mais otimistas, há sempre uma nova chance na próxima segunda-feira.

Contudo, me pego pensando onde estão os moinhos de vento com os quais brigamos e para os quais perdemos algumas batalhas?

O que esses moinhos significam e por que possuem tanta força?

Entendo que eles funcionam como filmes que se repetem. Mudam os atores, o cenário, mas o enredo e o desfecho são os mesmos. Tropeçamos nos mesmos lugares e nas mesmas situações.

Parece estranho, mas, inconscientemente, preferimos repetir um padrão aprendido do que construir um novo caminho. É mais seguro, sabemos o desfecho.

Mas, para começar o ano que se inicia prefiro revisar o filme, reconhecer os velhos padrões, entender os mecanismos e promover o novo capaz de trazer novas forças para empreender os desafios.

Assim, desejo que os moinhos de vento soprem boas novas para todos!


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Une place pour les savoirs d’expérience en formation des professionnels de la santé
Face au constat d’une formation des professionnels de santé, et singulièrement des médecins, encore majoritairement marquée par l’enseignement de réponses à un répertoire prédéterminé de problèmes présentés de façon unidimensionnelle et structurée, une question émerge : comment peut-on enrichir la formation dans le cadre d’une pédagogie qui conjuguerait les dimensions épidémiologiques, cliniques et humaines inscrites dans tout phénomène liée à la santé ? Afin de répondre à cette question, cette publication mettre en avant la place des savoirs d’expérience dans la formation en santé à partir du dialogue entre le domaine biomédical et les démarches qualitatives de base biographique.